Como a conta é feita
Metodologia
Só o que cada candidato declarou à Justiça Eleitoral.
Fonte
Os arquivos oficiais de candidatos e de bens no Portal de Dados Abertos do TSE, anos 2018, 2022, 2026. São 36.618 declarações de eleições gerais — presidente, governador, senador, deputado federal, estadual e distrital.
Cruzamento entre eleições
O sequencial do candidato muda a cada eleição. Para saber se é a mesma pessoa, o CPF serve só para cruzar os registros — não é gravado, nem exibido. Quando o CPF não vem no arquivo, usamos título de eleitor ou o par nome + data de nascimento.
O que entra e o que fica de fora
- Só eleição ordinária, 1º turno, cargos principais (sem vice nem suplente).
- Em 2018 e 2022, candidaturas aptas. Em 2026, o TSE ainda marca situação como indefinida — entram todas as que já têm bens.
- Quem declarou R$ 0 ou não aparece na planilha de bens fica de fora.
- Valores nominais, em reais. Sem correção pela inflação. Em 2026, o arquivo aberto às vezes grava três zeros a mais que o DivulgaCand (um Jeep 2019 a R$ 75 milhões). Nessas linhas implausíveis dividimos por 1.000 para bater com a ficha oficial.
Crescimento percentual
A variação padrão compara a primeira declaração disponível com a última. Percentuais a partir de bases minúsculas (R$ 1 virando R$ 100 mil) incham o ranking. Por isso o filtro inicial pede base anterior de pelo menos R$ 10 mil; nos destaques da home, R$ 50 mil. Dá para desligar o filtro.
O “crescimento mediano” do panorama usa a mediana — não a média — entre quem tem duas eleições e base ≥ R$ 10 mil.
Limitações
Declaração de campanha, não auditoria.